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  • Diários Gráficos

    UM DESENHO POR DIA, NÃO SABES O BEM QUE TE FAZIA

    No início do ano letivo, na disciplina de Educação Visual, foi lançado o desafio aos alunos das turmas 5, 6, 7, 10, 11 e 13 do 8º, para criarem um Diário Gráfico. Um espaço para desenharem regularmente, explorarem a capacidade de observação, representação e exploração de técnicas. No início foi um projeto desafiante e até intimidador para muitos alunos, mas com o decorrer da experiência, muitos foram-se apercebendo que a folha de papel branca, não é um bicho papão e que o desenho e “desenhar bem” é um processo que exige tempo, dedicação e persistência. Os trabalhos que se apresentam são o resultado desse caminho, com altos e baixos, mas muito gratificante para alunos e professora.

    Muitos parabéns, aos meus corajosos e fantásticos alunos!

    Continuem a desenhar…

    Texto de: Catarina Teixeira (docente)

    Diário da Sofia Rodrigues
    Diário da Mónica Azevedo
    Diário da Leonor Faria
    Diário da Carlota Costa
    Diário da Margarida Inácio
    Diário da Joana Silva
    Diário da Matilde Moreira
    Diário do Vicente
  • Exposição “carvalho alvarinho”

    Exposição “carvalho alvarinho”

                   Proporcionar aos alunos momentos de reflexão sobre o meio que os rodeia, torná-los cidadãos mais interventivos e conscientes foram premissas para o desenvolvimento de trabalhos que compõem a exposição “carvalho alvarinho”, desenvolvida no âmbito do Projeto Cultural de Escola, A tua (P)Arte, e o Projeto Marka – Biodiversidade local: Conhecer para preservar…!

                   Assim, aceitamos um dos desafios do projeto Marka e partimos à exploração do tema proposto para este ano letivo na área da biodiversidade – o carvalho alvarinho. O projeto prevê a articulação com a disciplina de Ciências Naturais, onde são abordadas questões relacionadas com a preservação e a valorização da biodiversidade local. Nas áreas artísticas quisemos continuar a destacar o património local e por isso julgámos ser oportuno abordar questões que se relacionassem com os têxteis e a cerâmica. O primeiro porque neste concelho predomina este tipo de indústria e o segundo pelo facto da Escola Básica Júlio Brandão ter um número considerável de painéis cerâmicos que acreditamos serem importantes valorizar.

                   O carvalho alvarinho foi apresentado aos alunos de todas as turmas de 3.º, 5.º e 8.º anos, por Vasco Flores, biólogo do Parque da Devesa, e os alunos iniciaram alguns estudos sobre as suas características, o seu habitat e a importância da sua preservação na nossa região. Com base nesses conhecimentos foi pedido aos alunos dos três anos de escolaridade a realização um trabalho que refletisse o que tinham apreendido nas áreas científica e artística.

                   No âmbito artístico, no 1.º ciclo a elaboração de trabalhos foi realizada durante as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) e permitiu aos alunos a exploração de diferentes materiais riscadores em formas correspondentes à espécie em estudo, com a possibilidade de serem criadas algumas texturas a partir da colagem de diferentes papeis.

                   De igual modo, aos alunos de 5.º ano, nas disciplinas de Educação Visual e Educação Tecnológica, foi proposta a representação de formas recorrendo à exploração dos elementos da linguagem visual e/ou a sua reinterpretação a partir da criação de azulejos com recurso a desperdícios, como o vidro e o cobre.

                   Quanto a algumas turmas de 8.º ano, foi proposto desenvolverem pequenos trabalhos de tecelagem onde utilizassem o trapilho (fitas de tecido provenientes de desperdícios têxteis), à semelhança do que alguns artesãos locais desenvolviam com frequência há alguns anos atrás. Os materiais, maioritariamente foram oferecidos por empresas locais. Para esta iniciativa tínhamos previsto uma visita de estudo ao Museu da Indústria Têxtil de forma a proporcionar aos alunos um contacto mais próximo das técnicas utilizadas na tecelagem e do seu património industrial. Este contacto não foi possível devido às incertezas causadas pela pandemia, mas avançamos com outras formas de apresentação. Não faltarão oportunidades.

  • 2/10 . PNA

    O Plano Nacional das Artes celebrou o seu 2.º aniversário a 18 de julho. Apesar do Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco ter aderido ao Plano Nacional das Artes apenas há um ano, queremos muito continuar a fazer parte desta grande equipa.
    Este ano tivemos a oportunidade de contribuir para a elaboração do vídeo comemorativo do 2.º aniversário a partir das respostas dadas, por alguns alunos, às perguntas “Onde encontras Arte e Cultura na tua vida?” e “Como pode a Arte mudar a Escola?”. Foi muito interessante registar a opinião de todos, até dos alunos que não foram selecionados para fazerem parte deste vídeo. Obrigada a todos! Não vamos esquecer as vossas opiniões!
    Câmara, 1, 2, 3 … ação!

    PARA TODOS COM CADA UM

  • Jardim da Harmonia

    Ao longo do segundo período foi realizado um DAC, entre as disciplinas de Educação Visual e Matemática, nos temas Módulo-padrão e Isometrias. Os alunos do 8ºano das turmas 5, 6, 7, 10, 11 e 13 puderam constatar nas aulas destas duas disciplinas, que existem temáticas onde a Arte e a Matemática estão intimamente relacionadas. Módulo-padrão (translação, simetria, reflexão, rotação) Traçados Geométricos, Arte/Arquitetura (rosáceas, frisos) e Isometrias são alguns dos conteúdos transversais às duas disciplinas onde é possível perceber essa relação. Na disciplina de Educação Visual foi proposto aos alunos um projeto de criação de uma Mandala ou de um Friso. Os trabalhos foram realizados durante o período de E@D e a qualidade do resultado final, reflete a criatividade e o empenho dos nossos alunos. Em Matemática foi proposto na plataforma da Escola Virtual, a resolução de uma tarefa formativa sobre rosáceas em monumentos nacionais a fim de identificarem as simetrias de reflexão e rotação existentes nos mesmos. O resultado final foi dado a conhecer à comunidade escolar através de uma apresentação digital e de uma exposição física, no átrio da escola sede, no final do terceiro período.

  • Personalidades com expressão

    O Espaço Memória foi um dos espaços escolhidos para expor alguns trabalhos realizados por alunos do 12.º ano do curso de Artes Visuais durante o E@D. As personalidades portuguesas representadas fazem parte de uma proposta de trabalho da disciplina de desenho.

  • “Pensamentos da nossa cabeça”

                   Este ano letivo, o tempo que passamos recolhidos em nossas casas convidou-nos ao convívio com nós mesmos e com os nossos pensamentos. A exposição “Pensamentos da nossa cabeça” surgiu nesse seguimento e foi um desafio lançado aos alunos de 9.º ano na disciplina de Educação Visual, realizado no âmbito do Projeto Marka, para expressarmos, à luz do movimento surrealista, os pensamentos, ansiedades ou medos, nos dias de hoje.

                   Para o desenvolvimento desta proposta de trabalho, todas as turmas de 9.º ano foram convidadas a assistir a uma sessão virtual no Centro de Surrealismo, nas aulas de História, onde foram abordados alguns aspetos da época e do movimento surrealista. Posteriormente, nas aulas de Educação Visual, subordinado ao tema “arte e movimentos artísticos”, os alunos foram desafiados a desenvolverem um trabalho que obedecesse aos conceitos do movimento, com a obrigatoriedade de representarem a cabeça do ser humano e sem quaisquer restrições de materiais e técnicas.

                   As reações às propostas de trabalho foram positivas e as representações foram muito interessantes de serem observadas. A exposição esteve patente na Galeria L da escola sede no final do ano letivo e deslocou muitos curiosos ao corredor das artes.

                   Todos os trabalhos que fizeram parte da exposição farão parte de uma publicação que também reunirá os trabalhos desenvolvidos pelos alunos do 3.º ano do agrupamento no âmbito do mesmo projeto.

  • No encalço das Artes Plásticas …

    Durante o primeiro período, várias turmas do Agrupamento realizaram visitas a Galerias, Museus ou Centros de Arte para contactar com o universo das Artes Plásticas. Estas visitas foram realizadas no âmbito de projetos, como complemento a outras iniciativas ou até mesmo com intuito de apreciar e contactar com as obras de arte expostas.

    Não precisamos de ir muito longe. Precisamos, sim, de aproveitar as oportunidades que surgem por perto. Aproveitámos para sair e ir ao encontro do que estava patente na Fundação Cupertino de Miranda, na Galeria Ala da Frente, no Centro Internacional das Artes José Guimarães ou no Museu Nacional Soares dos Reis.

    Oportunidades que se revestem de grande importância na formação dos nossos alunos. Serão mais capazes de saber estar num espaço deste género, serão mais conhecedores de outras culturas e de formas de expressão, serão mais ricos na forma como olham o mundo que os envolve e envolve os outros.

  • Arte Generativa

    “Desde a complexidade abstrata do cubismo, até às pinceladas quase fotográficas do realismo, passando pelas cores intensas do fauvismo, a arte assume diversas formas.

    Como amante das ciências exatas (como a física e a matemática), a arte sempre me pareceu algo avassalador e pouco exato, uma área onde existem regras, mas as mesmas podem (e em alguns casos devem) ser quebradas.
    Apesar disto, sempre esteve presente na minha vida, desde as ilustrações dos livros que lia, às constantes visitas a museus incentivadas pelos meus pais. Apesar desta relação estranha de longa data, a arte entrou mais na minha vida nos últimos anos através da arte digital, onde vi uma forma de expressar e treinar a minha criatividade.

    A minha viagem por esta vertente artística mais moderna começou, como para muitos, através do photoshop, mas enquanto vasculhava por “layers” e mais “layers” de técnicas (como o photobash, a manipulação de imagem, a pintura digital…) deparei-me com uma técnica chamada de Arte Generativa.

    A Arte Generativa (Generative Art ou GA) é o ato de gerar um objeto artístico (imagens, vídeos, objetos 3d, música…) através de algum algoritmo. GA geralmente é feita através de programação (em linguagens/bibliotecas como processing, PIL, superColider, Tidal, Blender…), com as quais é implementado o algoritmo que faz com que o nosso objeto seja gerado.

    Uma das vantagem do ato criativo na Arte Generativa é que podemos gerar milhões de objetos diferentes em poucos minutos. Por exemplo, podemos criar uma imagem com diversos quadrados desenhados com posições, tamanhos e cores aleatórias, o que nos daria uma infinidade de imagens que podemos utilizar e, até mesmo, mais tarde editar e utilizar noutros programas.

    No fundo, a arte generativa é uma ferramenta, que junta as regras da matemática, da lógica, da física e da programação com a criatividade da arte, com a qual artistas podem aprender a programar e programadores podem aprender a criar.

    Texto e ilustrações de:

    Gonçalo Teixeira, 12.º ano do CCH – Ciências e Tecnologias

  • Viajar com poesia

    Este trabalho envolveu as disciplinas de Português e de Educação Visual, e as turmas 2, 3 e 4 do 9º ano, com a colaboração da equipa da Biblioteca Escolar (projeto «Ler e Ver»), adotando a metodologia de DAC (Domínios de Articulação Curricular).

    Nas aulas de Português, foram selecionados, pelos alunos, e explorados, através de uma leitura orientada, poemas de autores incluídos no Domínio da Educação Literária e outros escolhidos por eles: Almada Negreiros, Camilo Pessanha, Camões, Cesário Verde, Fernando Pessoa, Nuno Júdice, Jorge de Sena, Ruy Belo. Os alunos foram desafiados a imaginar desenvolvimentos poéticos a partir de elementos do paratexto e da mobilização de experiências e vivências; a valorizar a leitura e a consolidação do hábito de ler através de atividades que impliquem, entre outras possibilidades, a realização de percursos pedagógico-didáticos interdisciplinares e o desenvolvimento da sensibilidade estética e artística e a estimular o valor estético do texto poético.

    Nas aulas de Educação Visual, trabalharam os domínios da ilustração; da comunicação; do projeto e dos elementos de Linguagem Visual, fazendo uso de técnicas de instrumentos de registo, e de materiais de representação, do reconhecimento do papel do desenho expressivo na representação de formas; no desenvolvimento de tipologias de representação expressiva e de soluções criativas, no âmbito do design (pop-up; 3D), aplicando os seus princípios básicos, em articulação com áreas de interesse da escola.

    A Biblioteca Escolar estimulou a promoção do trabalho interdisciplinar, tendo como objetivo a literacia da leitura – colaborando e apoiando atividades desenvolvidas em contexto de sala de aula, visando o desenvolvimento de competências no âmbito da língua e da leitura.

    Fruto desta triangulação, apresentamos esta exposição que, mais do que mostrar a sensibilidade estética destes alunos, convida-vos a embarcar nesta viagem com a poesia.

    Texto: Júlio Sá e Catarina Sol

    (a aguardar a elaboração de um vídeo)

  • Tecer o Carvalho Alvarinho

    Estamos a começar a prepara dois dos painéis que irão fazer parte da exposição “Carvalho alvarinho”.